Terça-feira, 15 de Outubro de 2019

Brasil
Publicada em 25/01/19 às 21:12h - 73 visualizações
Barragem da VALE estoura em Brumadinho, veja o que já se sabe até agora
O incidente aconteceu na cidade de Brumadinho no estado de Minas Gerais e ainda existem centenas de pessoas desaparecidas.

Ativa FM


O rompimento de uma barragem da Vale no Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), nesta sexta-feira (25) deixou um rastro de lama que deixou pessoas desaparecidas e destruiu casas na região. 



Veja o que se sabe até agora sobre o rompimento das barragens: 

  • O governo de MG, citando informações dos bombeiros, disse que há ao menos 7 mortos. Eles ainda não foram identificados;

  • Foram retiradas 9 pessoas com vida da lama e cerca de 100 pessoas ilhadas foram resgatadas;

  • O presidente da vale, Fábio Schvartsman diz que os principais atingidos são funcionários da Vale. Eles estavam em horário de almoço, e o refeitório da empresa foi atingido; a empresa informou que havia 427 pessoas no local, e 279 foram resgatadas vivas. Cerca de 150 pessoas continuam desaparecidas;

  • A Vale informou que o rompimento ocorreu na barragem 1 da Mina Feijão - que causou o transbordamento de outra barragem, segundo o presidente da empresa, Fábio Schvartsman;

  • O Ministério do Meio Ambiente, por sua vez, informou que foram 3 barragens rompidas; Imagem de arquivo mostra localização das barragens da Vale no Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG) 

Imagem de arquivo acima mostra localização das barragens da Vale no Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG).


  • A estrutura da barragem 1, utilizada para disposição de rejeitos, foi construída em 1976 e tem volume de 12 milhões de metros cúbicos.

  • Já a barragem VI é usada para recirculação de água e contenção de rejeitos em eventos de emergência. Foi construída em 1998, e tem cerca de 1 milhão de metros cúbicos.

  • A Barragem Menezes II, também na região, tem um volume de aproximadamente 290 mil metros cúbidos e é utilizada para a contenção de sedimentos e clarificação do efluente final.

  • O volume de rejeitos é menor do que a tragédia de Mariana. Segundo o presidente da Vale, vazaram 12 milhões de metros cúbicos. O Ibama disse que, em Mariana, foram 62 milhões de metros cúbicos;

  • Quase todas as barragens da Vale no Córrego do Feijão eram consideradas de baixo risco, mas de dano potencial alto. A informação é do Cadastro Nacional de Barragens da Agência Nacional de Mineração;

  • Schvartsman alertou que o vazamento foi de rejeitos de minério de ferro;

  • Ao menos seis prefeituras emitiram alertas para que população se mantenha longe do leito do Rio Paraopeba, pois o nível pode subir. Às 15h50, os rejeitos atingiram o rio;

  • Por precaução, o Instituto Inhotim retirou funcionários e visitantes do local. O governo federal constituiu um gabinete de crise para acompanhamento do incidente.



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